…e ninguém te apresentou a ela. Veja o que nós, sacerdotes incas, sabemos sobre a Pachamama — e que o mundo moderno esqueceu.
Uma vez por ano, a terra se abre para receber pedidos.
Os Andes inteiros se ajoelham.
O nosso encontro termina dentro desse dia.
Este ano, você pode estar dentro.
Isto não é um curso de manifestação. São dois dias ao vivo comigo. Eu te apresento a Pachamama. E te ensino a caminhar com ela.
Você escreve o pedido. Acende a vela. Espera. E nada vem. Não é falta de fé. Não é culpa sua. Falta uma relação. No primeiro dia, você vai ver o que faltou. E como começar.
Te ensinaram que ela é a “Mãe Terra”. Ou Gaia. Não é. Eu vou te apresentar a Pachamama que o meu povo conhece há milhares de anos.
No Peru, as Pachamamas são muitas. Cada uma tem nome que destrava um dom. A visionária, a parteira, a curandeira, a da prosperidade. Quase ninguém fora do Peru ouviu esses nomes. Você vai conhecer as quatro.
Existe uma Pachamama no lugar onde você mora. Sim. Mesmo na cidade. Mesmo num apartamento. Eu te ensino a encontrar a sua.
No fim do primeiro dia, você não vai só saber. Você vai fazer. A oração à Pachamama. Um ritual simples. Também, a meditação da Curandeira Pachamama. Ao vivo. Juntos.
O que se sente? E se eu não sentir nada? Eu te conto o que é real e o que é show. Às vezes, o silêncio cura mais que a visão.
Você vai aprender a montar uma oferenda para a Pachamama. Com coisas que existem no Brasil. E vai aprender a preparar a bebida sagrada dela. Feita na sua cozinha.
A iniciação da Pachamama. O que é. O que pede. Quem pode receber. Esse nome quase não saiu das montanhas — até agora.
Pode pedir dinheiro à Pachamama? Pode. Mas tem um jeito certo. Eu te mostro a diferença entre prosperar e só juntar. Uma enche a vida. A outra esvazia.
A Pachamama. O seu corpo. A sua mãe. E até a Virgem Maria. Um encontro que mexe fundo — e explica por que às vezes falta chão.
E nos dois dias: eu respondo ao vivo as perguntas que vocês mandarem.
Você pediu. Esperou. Nada veio.
Não foi falta de fé.
Ninguém te apresentou a quem faz o pedido acontecer.
No Peru, a gente nunca esqueceu dela. Beijamos a terra. Damos antes de pedir. E a vida responde.
Nas cidades, esqueceram. A vovó sábia está triste.
Nestes dois dias, eu te mostro o caminho de volta.
Sou Giuliano Salas. Sacerdote inca, peruano.
Eu não aprendi isso em curso. Nasci dentro disso. A oração que rezo antes de cada colheita, aprendi dos meus avós. E eles, dos avós deles.
Hoje vejo a Pachamama virar frase de foto. Vejo gente sincera pedindo ao universo — e o pedido não chega. Vejo corações cansados de esperar.
Esses saberes não podem ficar trancados nas montanhas do Peru. Se você chegou até aqui, é porque alguma parte sua já escutou o chamado.
Sexta 31/jul às 18h + sábado 1º/ago às 10h (Brasília) · 14h em Portugal
O ingresso é do encontro ao vivo. No checkout, você pode levar a gravação + a apostila de práticas por R$50. Aí assiste quando quiser.
Sim. Ao vivo, de qualquer lugar do mundo. O link chega no seu email.
Sexta 31 de julho às 18h de Brasília. Sábado 1º de agosto às 10h de Brasília (14h em Portugal).
Porque 1º de agosto é o dia da Pachamama. O portal do ano. Nosso segundo encontro acontece dentro dele.
Pode. Existe uma Pachamama no lugar onde você mora. Eu te ensino a encontrar.
Não. Só precisa de coração aberto. Eu te levo do zero.
Pode. Vamos falar até da Virgem Maria e da Pachamama. Você não precisa deixar a sua fé.
Sim, no cartão.
Você tem 14 dias de garantia. Devolvo tudo. Sem perguntas.
sexta 18h · sábado 10h (Brasília) · ao vivo · 14 dias de garantia