Cusco · Vale Sagrado · Machu Picchu · 16 a 25 de junho de 2027
Você já foi à Índia. Fez retiros. Aprendeu a sentar em silêncio, a respirar devagar, a escolher o que entra no seu prato e no seu dia.
E mesmo com tudo isso — com toda essa jornada que outras pessoas admiram de longe — há algo que não cede. Uma inquietação que sobrevive a todos os retiros. Uma pergunta que os mestres respondem com eloquência mas que volta, noite após noite, como sussurro de montanha.
“Eu fiz tudo certo.
Por que ainda sinto que falta algo que não sei nomear?”
O que falta não é mais uma técnica. Não é outro professor. Não é mais silêncio.
O que falta é raiz. Uma tradição que não foi inventada para você — mas que existe há milênios, esperando que alguém como você finalmente apareça.

Durante dez dias, você caminha pelo coração sagrado dos Andes — não como visitante, mas como peregrina. Cada passo carrega a memória de milênios. Cada ritual, conduzido por Giuliano Salas e por mestres incas que são guardiões vivos — não professores de escola, mas herdeiros de uma tradição que nunca parou.
Você não vai “aprender sobre” a espiritualidade inca. Vai respirar dentro dela. Vai sentir as pedras de Machu Picchu ao amanhecer quando ainda há neblina e o sol começa a criar formas no horizonte das montanhas. Vai estar no círculo do Maestro Fernando quando ele lê o que está guardado no seu campo energético sem perguntar nada — apenas olhando.
Algumas experiências ampliam o que você sabe. Esta muda quem você é.
A viagem superou minhas expectativas! O Giuliano foi atencioso, cordial e um excelente anfitrião. Ter alguém que conhece o lugar, sua história e suas tradições em profundidade tornou tudo mais especial e inesquecível.
A vivência em especial na Comunidade Pongobamba fez rolar lágrimas por diversas vezes. Me tocou de uma forma que não poderia imaginar. Como ganhei amor e força com as mulheres deste lugar.
Foi uma experiência muito enriquecedora, tanto cultural quanto espiritualmente. Além das belas paisagens, o mergulho na vida ancestral inca nos levou a ter contato com um pouco da sabedoria, dos valores e do cotidiano peruano.
Experiência espiritual muito profunda e transformadora. Permitiu desacelerar a mente e conectar ao que realmente tem importância no presente.
Uma viagem com começo, meio e fim, com objetivo de promover a transformação do ser humano através da pura conexão com a natureza e a essência de cada um. Esteja preparado para silenciar e escutar-se.
Cada vez que se conhece um templo sagrado em Peru, você entra no seu templo sagrado, até então desconhecido. Consegui ver minhas sombras e minhas virtudes. A medicina está em todo lugar, para aqueles que querem ver e sentir.
Fui para essa peregrinação sem grandes expectativas e o resultado final foi surpreendente. Se olhar muitas vezes é difícil e doloroso, mas cada lágrima e cada sorriso que deixei naquelas montanhas mágicas me trouxeram uma força enorme.
As peregrinações são desafiadoras e a cada chegada, uma conquista, que se processa no físico, mas internamente os ganhos são imensuráveis. É um caminhar lado a lado com a divindade, de uma beleza e imensidão que não cabem nas palavras.
O trabalho espiritual do Giuliano é muito sério e profundo. Recomendamos 100% pra quem busca o desenvolvimento espiritual e autoconhecimento. Além disso, o Giuliano é uma pessoa muito amável, atencioso, um privilégio conviver e aprender com ele.
Os dias que passei com a equipe do Inti Path foram, sem dúvida, dos mais especiais e transformadores de minha jornada espiritual. Esta jornada me presenteou com amigos que levarei por toda vida.
Sem dúvida alguma, foi a melhor experiência da minha vida. A região de Cusco faz bem para as pessoas, faz bem para a alma do ser humano, que energia incrível.
É uma caminhada que transforma a consciência e pode nos tornar mais humanos. Fomos eu e meu pai e a viagem marcou um antes e depois nas nossas vidas.
Uma experiência linda e transformadora! A viagem se torna muito especial ao vivenciar a cultura e a espiritualidade andina, com um suporte atencioso do Giuliano e da Eva.
Giuliano, nosso sacerdote, nos guia pelas paisagens mágicas das montanhas andinas e nos faz sentir como parte da cultura dos povos andinos. Com certeza uma viagem inesquecível.
Essa jornada foi a mais profunda e transformadora que eu já vivi na minha vida. É tudo muito forte, muito emocionante, transformador.
Para mim foi uma experiência inesquecível — dias de intensa movimentação e aprendizado, que nos preencheram profundamente.
Estou muito feliz, me sentindo muito leve, realizada, com o coração cheio de gratidão. Estou saindo daqui leve e feliz dessa jornada.
É uma pontinha de toda uma imensidão. Ao chegar aqui, senti meu coração entrar em conexão com toda a energia da vida e a união.
Eu levo dessa experiência, transbordando de gratidão: foi tudo muito transformador — cada conexão, cada conhecimento, cada profundidade na ancestralidade daquele lugar.
Essa viagem teve um propósito. Enfrentei medos que nem sabia que tinha. Essa jornada mudou minha vida — estou voltando com o coração cheio.
Grupo cuidadosamente composto
Quero me candidatar“Daqui pra frente, tudo que você viver aqui
é entre você, os Andes e o seu coração.”

No instante em que você sai do aeroporto de Cusco, sente — o ar é diferente. Mais fino, mais vivo, carregado de algo que não tem nome em português. É a altitude, claro. Mas também é outra coisa.
E ali, antes de qualquer explicação, está Giuliano. Não um transfer, não um assistente com plaquinha. Ele mesmo — com abraço real, olho no olho, o sorriso de quem está genuinamente feliz de que você veio.
Esse é o primeiro ensinamento: aqui, você não é cliente. Você é peregrina.

Você chega ao hotel, fecha a porta, abre a janela. Lá embaixo, a cidade de pedra respira. Você respira junto. É o primeiro convite silencioso à presença — e você sente que está começando algo que não sabe ainda nomear.
No Templo da Lua, ele trabalha individualmente com cada peregrina. Há o cheiro de ervas queimadas. O toque suave com folhas. Mas o que você nunca esquece é o olhar — como de alguém que viu o que você carregava há anos e disse simplesmente: “Pode soltar.”
Você sobe em silêncio ao Intihuatana. Lá em cima, a beira do precipício. Giuliano convida: entregue ao vazio o que não quer mais carregar. Embaixo, o rio Urubamba. Acima, o condor paira. Você percebe que chegou, de verdade, à beira de algo.
As mulheres tecem ao lado de você. Uma criança te olha com a curiosidade honesta de quem não aprendeu a fingir. Uma velhinha sorri sem precisar de tradução. Você entende, nesse dia, o que significa pertencer a algo maior que si mesma.
A montanha sagrada na madrugada. Fogo aberto. A festa inca do solstício, quando o Sol renasce e a luz começa a voltar aos Andes. Ao seu lado, pessoas que também responderam ao chamado. Um ritual que os incas faziam há séculos — e que você agora completa, não como espectadora, mas como parte da corrente.
Saída às 4h30. Subida em silêncio. A cidade emerge da neblina enquanto o primeiro raio de sol toca o Intihuatana. Giuliano conduz meditação em pontos esotéricos que o tour convencional jamais alcança. Você entende por que viajou até aqui.
Não em um resort temático. Numa comunidade viva onde as histórias nunca foram escritas — só vividas, geração após geração.

Na noite do sétimo dia, em Samana Wasi, acontece algo difícil de descrever sem soar exagerado — e que quem viveu sabe exatamente do que se trata.
O cacau cerimonial é servido com intenção. A música medicina começa. Seu coração, trabalhado dias a fio pelas pedras, rituais e mestres, finalmente se abre de um jeito que você não esperava.
A jornada inteira se costura numa só imagem. Você entende, finalmente, por que veio.
Quero me candidatarGiuliano espera no aeroporto de Cusco. O vento frio desce dos Apus para cumprimentar as peregrinas. Traslado ao hotel, tempo para banho, descanso e aclimatação. Jantar de boas-vindas numa pizzaria fechada só para o grupo — forno a lenha, decoração com antiguidades espanholas, clima de clube secreto. Cada peregrina recebe o kit andino com tecido, chakana, água florida e carta personalizada.
Ritual individual com o Maestro Fernando — limpeza energética com os 4 elementos. Cada participante escreve uma carta com seu maior medo e desenha no papel o próprio corpo, localizando o trauma. Caminhada pelo Qhapaq Ñan sagrado até Sacsayhuamán. Almoço no Green Point — gastronomia vegana de alto nível no coração de San Blas.
Subida ao Intihuatana antes do sol. Ritual do condor na beira do precipício. Meditação em silêncio com o Vale inteiro embaixo. Almoço no melhor restaurante de Pisac. Roda de integração: primeiras grandes aberturas emocionais em grupo. Viagem ao Vale Sagrado, chegada a Samana Wasi.
Dia inteiro na comunidade. Você tece ao lado das mulheres, partilha histórias, sente a relação deles com a Pachamama. À noite, mesa andina na casa do Maestro Fernando — presença dos Apus e Pachamamas. As peregrinas podem fazer perguntas diretas aos espíritos. A espiritualidade andina é diálogo vivo, não museu.
Saída às 4h30. Subida em silêncio pelas escadas. O sol nasce sobre as pedras — você está lá. Meditação guiada por Giuliano em pontos esotéricos que o tour convencional não alcança. Almoço com vista para o rio Urubamba e as montanhas. Noite em Machupicchu Pueblo, aos pés da montanha.
Ritual de solstício na montanha sagrada dos Andes — a antiga festa inca do Sol, celebrada na noite mais longa do ano, quando a luz começa a renascer. Fogo aberto. Grupo unido. O que os incas faziam há séculos — você agora completa. Ao fim do dia, chegada a Samana Wasi, no Vale Sagrado, para os dias de integração.
Meditações guiadas. Massagem de uma hora com artesão cusquenho. Práticas de sagrado feminino e masculino em espaços separados. Palestra de Giuliano: síntese da cosmovisão inca aplicada à vida de hoje. À noite, ritual do cacau com três músicos andinos ao vivo — o coração, trabalhado dias a fio pelas pedras e pelos mestres, finalmente se abre.
Retorno ao templo de Pisac para os rituais de oferenda: o despacho — a antiga cerimônia andina de agradecimento à Pachamama e aos Apus. Você aprende a montar a sua própria oferenda, com intenção e silêncio. Tarde livre em Samana Wasi para escrever, descansar e integrar.
Tipón — o complexo de águas sagradas incas, onde a engenharia e o rito são a mesma coisa. Meditação junto às fontes. Depois, o Palácio de Topa Yupanqui: trabalho de propósito e cocriação de vida, guiado por Giuliano. O que você quer plantar quando voltar para casa?
Você abre o papel do primeiro dia — o desenho do seu corpo com o ponto do trauma. Agora desenha a chakana ao redor e um símbolo de cura sobre o ponto. Entrega ao fogo. O ciclo se fecha no mesmo lugar onde começou. Abraços, lágrimas, risos. Bênção para o retorno. Traslado ao aeroporto — você vai embora diferente.
Hospedagem em Cusco, Samana Wasi, Machupicchu Pueblo e Pongobamba
Todos os traslados internos privados — vans e carros
Recepção pessoal por Giuliano no aeroporto de Cusco
Guias espirituais andinos e coordenação IntiPath completa
Cerimônias e rituais — purificação, solstício, cacau, templos
Entradas em todos os sítios arqueológicos
Alimentação dentro da programação — vegetariana e vegana
Kit andino de boas-vindas com objetos rituais e carta personalizada
Passagens aéreas até / desde Cusco
Seguro-viagem (fortemente recomendado)
Gastos pessoais e atividades opcionais
16 a 25 de junho de 2027 — solstício de inverno nos Andes
Grupo cuidadosamente composto
Participação mediante candidatura e conversa prévia com Giuliano
O investimento é apresentado na entrevista, junto com as formas de pagamento
Sim. A jornada é desenhada especialmente para mulheres e conta com acompanhamento integral de Giuliano Salas e da equipe IntiPath desde a chegada ao aeroporto de Cusco até o retorno. Todos os traslados são privados, as hospedagens são previamente selecionadas e o grupo é cuidadosamente composto. Você nunca está sozinha — mas tem espaço para estar consigo mesma.
Cusco está a 3.400 metros de altitude. O primeiro dia da jornada é dedicado à aclimatação — com chá de coca, descanso e acompanhamento. Recomendamos chegar com disposição para ir devagar, hidratar-se bem e evitar esforço físico intenso nas primeiras 24 horas. Giuliano compartilha orientações detalhadas semanas antes da viagem.
Não. A jornada recebe tanto quem já tem caminhada espiritual quanto quem está sentindo esse chamado pela primeira vez. O que importa não é o que você já sabe, mas a disposição genuína de se abrir para a experiência. Giuliano acompanha cada participante de forma individual.
A jornada não é um pacote turístico e não tem inscrição aberta: cada grupo é composto por candidatura. Você preenche o formulário no fim desta página, Giuliano lê suas respostas e, se houver afinidade, agenda uma videochamada breve para conversar sobre o seu momento, tirar dúvidas e alinhar as condições da viagem — incluindo o investimento, que é apresentado nessa conversa.
Um retiro geralmente acontece num único lugar, com práticas genéricas de meditação e wellness. Esta jornada é um rito de passagem: você percorre os lugares sagrados dos Andes com um sacerdote inca, participa de cerimônias ancestrais reais com mestres andinos, vive o solstício de inverno numa montanha sagrada e recebe ensinamentos que existem há milênios. Não é relaxamento — é transformação.
Não. A jornada trabalha com a tradição andina de Cusco e Vale Sagrado, que utiliza cerimônias de cacau, despachos (oferendas à Pachamama), rituais de purificação com fogo e água, e práticas meditativas. A ayahuasca pertence à tradição amazônica, que é diferente da tradição andina praticada nesta jornada.
Giuliano Salas é sacerdote inca e fundador da IntiPath. Sua formação vem diretamente da tradição andina de Cusco, com anos de aprendizado junto a mestres e anciãos das comunidades do Vale Sagrado. Ele guia jornadas espirituais ao Peru e oferece mentoría individual, combinando a sabedoria ancestral dos Andes com acompanhamento prático para a vida contemporânea.
A palavra que define essa jornada é "potência" — foram muitos esforços externos e internos que precisamos transpor.
Foi uma jornada transformadora. Entrei de coração aberto, pude olhar para questões internas e me libertar de muita coisa.
Esse ano eu tive um chamado muito forte de peregrinar pelo Peru — e pude aprender muita coisa sobre a ancestralidade desse povo.
Giuliano sempre está aberto a conversar com as pessoas que sentem esse chamado — não para convencer ninguém, mas porque há coisas que só se entendem numa conversa breve, olho no olho. Por isso a entrada na jornada começa com uma candidatura: você responde a algumas perguntas, ele lê com atenção e, se houver afinidade, marca uma videochamada com você.
O filtro final de quem compõe cada grupo, porém, não é humano.
São os mentores espirituais e os anjos andinos que determinam
quem está pronto para atravessar esse portal.
Candidatura em 3 passos · resposta pessoal de Giuliano
Três passos, alguns minutos. Giuliano lê cada resposta pessoalmente e, se houver afinidade, marca uma videochamada com você para conversar sobre a jornada de 16 a 25 de junho de 2027.
Giuliano vai ler suas respostas com atenção e, se houver afinidade, entra em contato para marcar a videochamada.
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