Cusco · Vale Sagrado · Machu Picchu · 17 a 26 de setembro de 2026
Você já foi à Índia. Fez retiros. Aprendeu a sentar em silêncio, a respirar devagar, a escolher o que entra no seu prato e no seu dia.
E mesmo com tudo isso — com toda essa jornada que outras pessoas admiram de longe — há algo que não cede. Uma inquietação que sobrevive a todos os retiros. Uma pergunta que os mestres respondem com eloquência mas que volta, noite após noite, como sussurro de montanha.
“Eu fiz tudo certo.
Por que ainda sinto que falta algo que não sei nomear?”
O que falta não é mais uma técnica. Não é outro professor. Não é mais silêncio.
O que falta é raiz. Uma tradição que não foi inventada para você — mas que existe há milênios, esperando que alguém como você finalmente apareça.
Durante onze dias, você caminha pelo coração sagrado dos Andes — não como visitante, mas como peregrina. Cada passo carrega a memória de milênios. Cada ritual, conduzido por mestres que são guardiões vivos — não professores de escola, mas herdeiros de uma tradição que nunca parou.
Você não vai “aprender sobre” a espiritualidade inca. Vai respirar dentro dela. Vai sentir as pedras de Machu Picchu ao amanhecer quando ainda há neblina e o sol começa a criar formas no horizonte das montanhas. Vai estar no círculo do Maestro Fernando quando ele lê o que está guardado no seu campo energético sem perguntar nada — apenas olhando.
Algumas experiências ampliam o que você sabe. Esta muda quem você é.
12 vagas por jornada · grupo pequeno e cuidadosamente composto
Quero viver esta jornada“Daqui pra frente, tudo que você viver aqui
é entre você, os Andes e o seu coração.”

No instante em que você sai do aeroporto de Cusco, sente — o ar é diferente. Mais fino, mais vivo, carregado de algo que não tem nome em português. É a altitude, claro. Mas também é outra coisa.
E ali, antes de qualquer explicação, está Giuliano. Não um transfer, não um assistente com plaquinha. Ele mesmo — com abraço real, olho no olho, o sorriso de quem está genuinamente feliz de que você veio.
Esse é o primeiro ensinamento: aqui, você não é cliente. Você é peregrina.
Você chega ao hotel, fecha a porta, abre a janela. Lá embaixo, a cidade de pedra respira. Você respira junto. É o primeiro convite silencioso à presença — e você sente que está começando algo que não sabe ainda nomear.
No Templo da Lua, ele trabalha individualmente com cada peregrina. Há o cheiro de ervas queimadas. O toque suave com folhas. Mas o que você nunca esquece é o olhar — como de alguém que viu o que você carregava há anos e disse simplesmente: “Pode soltar.”
Você sobe em silêncio ao Intihuatana. Lá em cima, a beira do precipício. Giuliano convida: entregue ao vazio o que não quer mais carregar. Embaixo, o rio Urubamba. Acima, o condor paira. Você percebe que chegou, de verdade, à beira de algo.
As mulheres tecem ao lado de você. Uma criança te olha com a curiosidade honesta de quem não aprendeu a fingir. Uma velhinha sorri sem precisar de tradução. Você entende, nesse dia, o que significa pertencer a algo maior que si mesma.
A montanha sagrada na madrugada. Fogo aberto. O Coya Raymi — a festa inca do equinócio, dedicada à Lua e à energia feminina. Ao seu lado, pessoas que também responderam ao chamado. Um ritual que os incas faziam há séculos — e que você agora completa, não como espectadora, mas como parte da corrente.
Saída às 4h30. Subida em silêncio. A cidade emerge da neblina enquanto o primeiro raio de sol toca o Intihuatana. Giuliano conduz meditação em pontos esotéricos que o tour convencional jamais alcança. Você entende por que viajou até aqui.
Não em um resort temático. Numa comunidade viva onde as histórias nunca foram escritas — só vividas, geração após geração.

Na noite do nono dia, em Samana Wasi, acontece algo difícil de descrever sem soar exagerado — e que quem viveu sabe exatamente do que se trata.
O cacau cerimonial é servido com intenção. A música medicina começa. Seu coração, trabalhado dias a fio pelas pedras, rituais e mestres, finalmente se abre de um jeito que você não esperava.
A jornada inteira se costura numa só imagem. Você entende, finalmente, por que veio.
Falar com GiulianoGiuliano espera no aeroporto de Cusco. O vento frio desce dos Apus para cumprimentar as peregrinas. Traslado ao hotel, tempo para banho, descanso e aclimatação. Jantar de boas-vindas numa pizzaria fechada só para o grupo — forno a lenha, decoração com antiguidades espanholas, clima de clube secreto. Cada peregrina recebe o kit andino com tecido, chakana, água florida e carta personalizada.
Ritual individual com o Maestro Fernando — limpeza energética com os 4 elementos. Cada participante escreve uma carta com seu maior medo e desenha no papel o próprio corpo, localizando o trauma. Caminhada pelo Qhapaq Ñan sagrado até Sacsayhuamán. Almoço no Green Point — gastronomia vegana de alto nível no coração de San Blas.
Subida ao Intihuatana antes do sol. Ritual do condor na beira do precipício. Meditação em silêncio com o Vale inteiro embaixo. Almoço no melhor restaurante de Pisac. Roda de integração: primeiras grandes aberturas emocionais em grupo. Viagem ao Vale Sagrado, chegada a Samana Wasi.
Dia inteiro na comunidade. Você tece ao lado das mulheres, partilha histórias, sente a relação deles com a Pachamama. À noite, mesa andina na casa do Maestro Fernando — presença dos Apus e Pachamamas. As peregrinas podem fazer perguntas diretas aos espíritos. A espiritualidade andina é diálogo vivo, não museu.
Saída às 4h30. Subida em silêncio pelas escadas. O sol nasce sobre as pedras — você está lá. Meditação guiada por Giuliano em pontos esotéricos que o tour convencional não alcança. Almoço com vista para o rio Urubamba e as montanhas. Retorno ao Vale Sagrado ao final do dia.
Ritual de equinócio na montanha sagrada dos Andes — o Coya Raymi, a antiga festa inca do equinócio, dedicada à Lua e à energia feminina. Fogo aberto. Grupo unido. O que os incas faziam há séculos — você agora completa. Ao fim do dia, descida ao Vale Sagrado e chegada a Samana Wasi para os dias de integração.
Meditações guiadas. Massagem de uma hora com artesão cusquenho. Práticas de sagrado feminino e masculino em espaços separados. Palestra de Giuliano: síntese da cosmovisão inca aplicada à vida de hoje. Ritual do cacau com três músicos andinos ao vivo. Templo de Pisac e rituais de oferenda. Tipón — complexo de águas sagradas incas. Palácio de Topa Yupanqui — trabalho de propósito e cocriação de vida.
Você abre o papel do primeiro dia — o desenho do seu corpo com o ponto do trauma. Agora desenha a chakana ao redor e um símbolo de cura sobre o ponto. Entrega ao fogo. O ciclo se fecha no mesmo lugar onde começou. Abraços, lágrimas, risos. Bênção para o retorno. Traslado ao aeroporto — você vai embora diferente.
Hospedagem em Cusco, Samana Wasi, Machupicchu Pueblo e Pongobamba
Todos os traslados internos privados — vans e carros
Recepção pessoal por Giuliano no aeroporto de Cusco
Guias espirituais andinos e coordenação IntiPath completa
Cerimônias e rituais — purificação, equinócio, cacau, templos
Entradas em todos os sítios arqueológicos
Alimentação dentro da programação — vegetariana e vegana
Kit andino de boas-vindas com objetos rituais e carta personalizada
Passagens aéreas até / desde Cusco
Seguro-viagem (fortemente recomendado)
Gastos pessoais e atividades opcionais
À vista via PIX · ou em até 12x no cartão
Opção PIX parcelado: entrada R$ 1.000 + saldo em até 6x
17 a 26 de setembro de 2026
Vagas limitadas — grupo pequeno e cuidadosamente composto
Reserva mediante sinal de R$ 1.000 e conversa prévia
Sim. A jornada é desenhada especialmente para mulheres e conta com acompanhamento integral de Giuliano Salas e da equipe IntiPath desde a chegada ao aeroporto de Cusco até o retorno. Todos os traslados são privados, as hospedagens são previamente selecionadas e o grupo é pequeno e cuidadosamente composto. Você nunca está sozinha — mas tem espaço para estar consigo mesma.
Cusco está a 3.400 metros de altitude. O primeiro dia da jornada é dedicado à aclimatação — com chá de coca, descanso e acompanhamento. Recomendamos chegar com disposição para ir devagar, hidratar-se bem e evitar esforço físico intenso nas primeiras 24 horas. Giuliano compartilha orientações detalhadas semanas antes da viagem.
Não. A jornada recebe tanto quem já tem caminhada espiritual quanto quem está sentindo esse chamado pela primeira vez. O que importa não é o que você já sabe, mas a disposição genuína de se abrir para a experiência. Giuliano acompanha cada participante de forma individual.
A jornada não é um pacote turístico. O valor inclui 10 dias de hospedagem, todos os traslados privados, alimentação, entradas em sítios arqueológicos, cerimônias com mestres andinos, acompanhamento espiritual individual com Giuliano Salas, curso completo de Angeologia Andina e kit ritual personalizado. Diferente de tours convencionais, cada momento é desenhado como experiência de transformação, não como parada fotográfica.
Um retiro geralmente acontece num único lugar, com práticas genéricas de meditação e wellness. Esta jornada é um rito de passagem: você percorre os lugares sagrados dos Andes com um sacerdote inca, participa de cerimônias ancestrais reais com mestres andinos, vive o equinócio de primavera a 4.200 metros e recebe ensinamentos que existem há milênios. Não é relaxamento — é transformação.
Não. A jornada trabalha com a tradição andina de Cusco e Vale Sagrado, que utiliza cerimônias de cacau, despachos (oferendas à Pachamama), rituais de purificação com fogo e água, e práticas meditativas. A ayahuasca pertence à tradição amazônica, que é diferente da tradição andina praticada nesta jornada.
Giuliano Salas é sacerdote inca e fundador da IntiPath. Sua formação vem diretamente da tradição andina de Cusco, com anos de aprendizado junto a mestres e anciãos das comunidades do Vale Sagrado. Ele guia jornadas espirituais ao Peru e oferece mentoría individual, combinando a sabedoria ancestral dos Andes com acompanhamento prático para a vida contemporânea.
Giuliano sempre está aberto a conversar com as pessoas que sentem esse chamado — não para convencer ninguém, mas porque há coisas que só se entendem numa conversa breve, olho no olho.
O filtro final de quem compõe cada grupo, porém, não é humano.
São os mentores espirituais e os anjos andinos que determinam
quem está pronto para atravessar esse portal.
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